Dr. Moraes Machado confirmou ontem a sua candidatura para mais uma mandato à presidência da Câmara Municipal de Mogadouro. Segundo o candidato, um dos principais motivos desta nova candidatura é o facto de os próximos quatro anos serem extremamente importantes para aquisição de Fundos Comunitários. “Sentimos que estamos profundamente entrosados neste sistema de candidaturas, o que indica que somos os mais bem posicionados para puxar essas verbas para Mogadouro”, explica o candidato em nota de imprensa, através da qual tornou pública a candidatura. Outra das razões é a “experiência governativa e a capacidade de gerência, comprovadas pelas inúmeras realizações e condição financeira do Município, adquiridas ao longos destes oito anos”. Segundo o candidato, estas razões obrigam-no a ficar “ao serviço do concelho, nesta fase crucial do seu desenvolvimento”. Como terceiro principal motivo da sua candidatura, Moraes Machado coloca a seguinte razão: “A consolidação da sustentabilidade das realizações matérias, ou imateriais, exige continuidade, estabilidade e poder consensual”. Em quatro, afirma que “todos seremos poucos para projectar Mogadouro, principalmente nas actuais condições de crise económica e social do país”. Por essa razão Morais Machado garante que não se afastará, até porque se sente “com óptima a saúde” e se orgulha de estar em condições de continuar a ser útil à terra que o viu nascer. Segundo a nota de imprensa, a recandidatura é feita a convite da Comissão Política Nacional, convite este corroborado pela Comissão Política Concelhia do PSD, que a aprovou por unanimidade.
Eli já é jogador do Instituto D. João V, confirmando os rumores que há muito vinham dando conta que ia integrar o plantel comandado por Nuno Dias na próxima temporada. A contratação do jogador brasileiro, que na presente temporada representou o Académico de Mogadouro, foi confirmada por Ventura Pereira, director desportivo do clube.
Mas nem tudo foi fácil na carreira de Eli que foi muito prejudicado por uma doença que conseguiu vencer, e que quase lhe destruía a carreira que o levou a clubes como a Malwee, o Atlantico de Erechim, e o Cabo Frio do Rio de Janeiro e por último o Clube Académico de Mogadouro.
Dono de uma técnica invejável e de uma leitura de jogo soberba entre outras qualidades, Eli foi dos melhores atletas que passou em Mogadouro espalhando muita classe pelas quadras nacionais.


















