Jogo intenso, com vencedor incontestável
Boticas ultrapassou Mogadouro e defronta agora o Benfica
Os quartos de final da Taça de Portugal são para recordar por parte da equipa do Boticas e para esquecer por parte dos mogadourenses. O resultado desnivelado de 6-1 mostra a justiça no vencedor, mas peca pelo exagero. Agora, para o Boticas segue-se a deslocação ao pavilhão do Benfica, já para o Mogadouro sobra recarregar baterias para o que resta do campeonato.
Entrou melhor a equipa forasteira que nos primeiros três minutos contou outras tantas oportunidades para marcar. Errou o alvo, acertou defensivamente o Boticas e equilibrou-se o jogo. Simas começou a dar nas vistas para os barrosões e do outro lado Renato e Neyzinho davam igualmente mostras de querer marcar.
Apesar das oportunidades, a festa do golo aconteceu somente aos 13 minutos, quando Simas trabalhou bem o esférico, driblando dois adversários, e assistiu Douglas para o 1-0. A equipa do Mogadouro desconcentrou-se e sofreu o segundo minutos depois, quando David a enviou a bola ao poste e Douglas emendou.
Até ao intervalo, o marcador podia ter subido ainda mais caso a finalização do Boticas tivesse sido melhor, aproveitando o total desnorte dos mogadourenses.
Na segunda metade, os visitantes mostraram a razão pela qual se mantêm bem colocados para alcançar a permanência na primeira divisão nacional. Com uma entrada de gigante, encostou os botiquenses às cordas e reduziu para 2-1, por Mancuso. Depois foi valendo Paulinho ao Boticas, defendendo tudo e mais alguma coisa.
Só depois dos cinco minutos é que a equipa da casa conseguiu erguer-se e logo com o 3-1. Lincon ofereceu o golo a Simas e revitalizou a sua equipa. A partir daí, o Mogadouro arriscou ainda mais, mas a equipa de Emídio Rodrigues estava imparável. Danilo, por duas vezes, e Dudu fizeram o placar subir até ao 6-1 final.
Seguem-se as meias-finais, com o Boticas a ter de defrontar o “Golias” Benfica. No outro jogo, os Belenenses recebem o Instituto D. João V.
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Mário Freitas convocado para Selecção Nacional A
A Selecção Nacional de Futsal concentrar-se-á já no próximo domingo (28 de Março), no Luso, para um estágio de preparação. Nestes quatro dias de trabalho, estão previstas cinco sessões de treino, sendo que três decorrerão no Pavilhão Municipal do Luso e as restantes terão lugar no Pavilhão Municipal da Mealhada.
Nesta concentração, o Seleccionador Nacional, Orlando Duarte, contará com 24 jogadores que, apesar de pouco habituais nas convocatórias da Equipa das Quinas, podem assumir-se como o futuro da formação lusa.
Segundo Orlando Duarte, “Este é único espaço existente para observar gente nova, com qualidade para fazerem parte da Selecção Nacional de Futsal, sem que o façamos num quadro de competição ou de preparação competitiva. Queremos aquilatar do valor de jogadores que não têm sido opção nas convocatórias, mas que, maioritariamente, farão parte do futuro da nossa selecção”.
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Clássicos invadiram Mogadouro
Monóptero Automóvel Clube organiza 9º passeio de automóveis antigos
A Alameda Nossa Senhora do Caminho, em Mogadouro, abriu as portas para deixar passar as mais de quatro dezenas de automóveis clássicos que se juntaram no 9º passeio organizado pelo Monóptero Automóvel Clube (MAC), com o apoio da Câmara Municipal de Mogadouro e englobado no programa das festividades da Amendoeira em Flor.
Desinibidos e com muito estilo, os veículos cativaram os olhar de todos que por perto passavam, já que muitos deles são verdadeiras jóias das indústria automóvel e cada viatura pode ser sinónimo de muitas horas de trabalho, pesquisa e carinho por parte de quem os possui.
Depois da revista aos automóveis em parada, os participantes, oriundos de localidades como Zamora (Espanha), Chaves, Castelo Branco, Bragança e Macedo de Cavaleiros, entre outras, rumaram até um restaurante da vila, onde decorreu um almoço convívio.
Depois de abastecidos, condutores e máquinas arrancaram com destino a Freixo de Espada à Cinta para serem recebidos na área envolvente ao pavilhão multiusos, onde teve lugar a Feira Transfronteiriça das Arribas do Douro e Águeda.
Terminada o convívio, cada um pelo seu pé, ou melhor pelas suas rodas, rumou aos seus locais de destino, já que havia participantes de Zamora, Chaves, Castelo Branco, Bragança, Macedo de Cavaleiros e claro está de Mogadouro.
Desinibidos e com muito estilo, os veículos cativaram os olhar de todos que por perto passavam, já que muitos deles são verdadeiras jóias das indústria automóvel e cada viatura pode ser sinónimo de muitas horas de trabalho, pesquisa e carinho por parte de quem os possui.
Depois da revista aos automóveis em parada, os participantes, oriundos de localidades como Zamora (Espanha), Chaves, Castelo Branco, Bragança e Macedo de Cavaleiros, entre outras, rumaram até um restaurante da vila, onde decorreu um almoço convívio.
Depois de abastecidos, condutores e máquinas arrancaram com destino a Freixo de Espada à Cinta para serem recebidos na área envolvente ao pavilhão multiusos, onde teve lugar a Feira Transfronteiriça das Arribas do Douro e Águeda.
Terminada o convívio, cada um pelo seu pé, ou melhor pelas suas rodas, rumou aos seus locais de destino, já que havia participantes de Zamora, Chaves, Castelo Branco, Bragança, Macedo de Cavaleiros e claro está de Mogadouro.
por: Francisco Pinto, in: Jornal Nordeste
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Académico não falha
O Académico de Mogadouro viajou, no passado sábado, até ao terreno do Vila Verde e venceu, por 4-6, quebrando uma série de maus resultados e regressando ao top 8, posição que permitirá aos nordestinos a permanência imediata e a luta pelo título nacional.
Uma vitória este fim-de-semana frente ao Alpendorada, em casa, fechará as contas dos transmontanos da melhor maneira…
No jogo contra o Vila Verde, Neysinho, que regressou à equipa depois de um período ausente, abriu o marcador, ainda não estava decorrido o primeiro minuto de jogo, mas os locais reagiram prontamente e conseguiram o empate, por intermédio de Diogo, um minuto após o golo nordestino.
Tuca, até ao quarto de hora de jogo, conseguiu dois golos e acabou por virar o marcador a favor da equipa pior classificada na tabela, deixando o banco de Artur Pereira em verdadeiro desespero.
Antes do intervalo, Neyzinho conseguiu, no entanto, recolocar a sua equipa no jogo, conseguindo o 3-2, resultado com que terminavam os primeiros 20 minutos e que deixava tudo em aberto para a etapa complementar.
No reatamento, apareceu o melhor Mancuso e a vitória acabou por sorrir à melhor equipa. Logo aos dois minutos, o fixo fez o golo do empate a três, e, ainda antes dos cinco minutos, virou a contenda a favor dos academistas, num dos melhores períodos dos homens de Artur Pereira. O Vila Verde não “atirou a toalha ao chão” e acabaria por colher proveito dessa postura, já que Dura, a três minutos do termo da partida, conseguiu empatar a partida de novo.
Nos minutos finais, a valia técnica dos nordestinos veio, no entanto, ao de cima e Renato e Mancuso conseguiram os golos que confirmavam a vitória definitiva dos mogadourenses.
No final, vitória justa do Académico, que pode agora respirar um pouco melhor e tem este sábado um teste importante contra o Alpendorada, que pode dar (em caso de vitória) a chegada ao tão ambicionado objectivo dos dois últimos anos: a entrada no top 8.
por: Rui Gonçalves , in: Mensageiro Notícias
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Futebol: Tudo muito fácil
Milhão [0] x Mogadourense [4]
Viu-se bom futebol, muita atracção pelas balizas adversárias, com muita bola no pé, astúcia, com toques curtos rápidos e desmarcações no momento próprio.
Apesar de Nene ter sido genial tecnicamente no primeiro golo dos rapazes do Planalto, foi facilitado pela defesa da casa.
Já na 2ª parte, tudo ficou mais facilitado para o Mogadourense com a saída de Coelho, por duplo amarelo, que entrou na 2ª metade, mas não aguentou mais do que 24”. Foi bem expulso, pois o segundo amarelo resulta de um corte com a mão num lance rápido de contra-ataque.
Há muitas coisas a limar na equipa do Milhão.
O juiz Rui Dias, que foi auxiliar de primeira categoria, é um árbitro de alta definição e tem tudo para regressar à liga.
in: Jornal Nordeste
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Mogadouro investe em cozinhas regionais
Mogadouro vai investir cerca de 1,7 milhões euros na criação do Núcleo de Cozinhas Regionais, que prevê a instalação de equipamentos na Zona Industrial de Mogadouro.
O projecto terá, nesta primeira fase, um financiamento de cerca de um milhão de euros, proveniente do Interreg, que permitirá criar três unidades de enchidos tradicionais e cerca de 30 postos de trabalho directos.
“Entrou em fase de concurso público, sendo que o contrato de financiamento já foi assinado”, assegurou o vereador das Obras Públicas da Câmara Municipal de Mogadouro, António Pimentel.
O início do processo de criação deste projecto surge numa altura em que o sector leiteiro, a principal fonte de rendimento do concelho de Mogadouro, atravessa uma grave crise, havendo mesmo explorações agrícolas a fechar devido ao aumento dos custos de produção.
“No campo agro-pecuário, a suinicultura poderá ser uma alternativa à produção leiteira. No concelho já existem algumas explorações com um efectivo significativo”, acrescentou o autarca. A procura crescente de fumeiro regional levou o município mogadourense a implementar o projecto numa região onde os produtos tradicionais podem assumir um papel importante.
“No distrito de Bragança, há certames que atingiram um patamar importante. Assim, estamos convencidos de que estes produtos não terão dificuldades de escoamento”, sublinhou António Pimentel.
por: Francisco Pinto, in: Jornal Nordeste
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FPF atribui nota de culpa a Mogadouro e Onze Unidos
Para além dos jogadores Mancuso e Sérgio Brito, os dois clubes também foram considerados culpados. O Mogadouro vai recorrer da decisão.
A Federação Portuguesa de Futebol já terminou a primeira fase do processo do jogo entre o Mogadouro e Onze Unidos, que foi interrompido a 17 minutos do fim, devido à confusão instalada no pavilhão e terreno do jogo, por causa de agressões que envolveram os atletas Sérgio Brito (Onze Unidos) e Mancuso (Mogadouro).
O organismo que rege o futsal nacional decidiu atribuir uma nota de culpa, não só aos dois jogadores envolvidos, mas, também, aos dois clubes. As penas podem ir desde a derrota das duas equipas, multas ou suspensões dos atletas em causa.
O clube transmontano já reagiu e no site oficial apresenta uma sequência de fotografias da agressão de Sérgio Brito a Mancuso. Para além disso, o Mogadouro revela que vai recorrer da decisão tomada.
Os transmontanos não poupam críticas, também, aos árbitros da partida. “De salientar que este processo, que deveria estar apenas entre os atletas intervenientes, passou a ser, também, dos clubes pela decisão, ao nosso ver, errada e precipitada da arbitragem em querer não continuar com o jogo, mesmo não tendo havido necessidade de intervenção da força policial local, apenas do agente envolvido no momento da agressão, e mesmo depois dos ânimos acalmados e ambas as equipas decididas a terminar o tempo restante. Estavam sim, segundo todos os intervenientes, incluindo a força local, todas as condições para continuar”, pode-se ler.
in: SCN
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Milhões para o amendoal são gastos em projectos turísticos
Na altura em que as amendoeiras colorem as paisagens do Alto Douro e milhares de turistas ali afluem para as apreciar, começa-se a deitar contas à vida. O amendoal tem recebido milhões da UE, mas estão a ser canalizados para projectos turísticos.
As primeiras flores da amendoeira começam a desabrochar na paisagem do Douro Superior. Os quatro concelhos que integram este rincão duriense (Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa) estão engalanados para receber os milhares de turistas que anualmente se deslocam à região para contemplar as amendoeiras floridas ou apreciar e degustar os produtos regionais.
De acordo com Joaquim Grácio, presidente da Associação "Amigos da Amendoeira", de Vila Nova de Foz Côa, este ano, e apesar do frio e da chuva, a floração estará a atingir o seu esplendor por esta altura, dada a variedade de amendoeiras na zona.
No entanto, aquele produtor relembra que é importante tirar partido do potencial económico do amendoal e não olhar apenas para a vertente turística. "É preciso prevenir o futuro do sector do amendoal. A União Europeia atribui ajudas ao sector, porém, os fundos não são bem aproveitados. Se um dia for preciso prolongar as ajudas à produção de amêndoa, o futuro poderá ser difícil", salientou o dirigente agrícola.
Saliente-se que nos últimos seis anos o sector da amendoal recebeu cerca do cinco milhões de euros, o que corresponde a cerca de 360 euros por hectare. Grácio coloca o dedo na ferida: "Todos anos me perguntam como estará a floração da amendoeira devido ao seu valor turístico, mas esquecessem-se do seu valor económico. Vamos chegar a 2014 sem alterações no sector, apesar dos milhões investidos", frisou.
Por seu lado, e com outro ponto de vista, Deolinda Morais, da confeitaria Arte Sabor e Douro, que se dedica à comercialização da amêndoa coberta de Torre de Moncorvo, "este é um momento excelente para comercializar o produto, e nesta altura do ano não há mãos a medir para as encomendas".
Um dos concelhos que aposta forte naquele que é considerado "o maior cartaz turístico da região", é o de Freixo de Espada à Cinta. Apesar do empenho, este ano há contenção de despesas, mesmo com fundos de uma candidatura conjunta dos quatro municípios, elaborada através da Associação de Municípios do Douro Superior, no âmbito do Programa Operacional do Norte que visa, essencialmente, a promoção do certame ao nível ibérico e criação de estruturas de apoio.
As primeiras flores da amendoeira começam a desabrochar na paisagem do Douro Superior. Os quatro concelhos que integram este rincão duriense (Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa) estão engalanados para receber os milhares de turistas que anualmente se deslocam à região para contemplar as amendoeiras floridas ou apreciar e degustar os produtos regionais.
De acordo com Joaquim Grácio, presidente da Associação "Amigos da Amendoeira", de Vila Nova de Foz Côa, este ano, e apesar do frio e da chuva, a floração estará a atingir o seu esplendor por esta altura, dada a variedade de amendoeiras na zona.
No entanto, aquele produtor relembra que é importante tirar partido do potencial económico do amendoal e não olhar apenas para a vertente turística. "É preciso prevenir o futuro do sector do amendoal. A União Europeia atribui ajudas ao sector, porém, os fundos não são bem aproveitados. Se um dia for preciso prolongar as ajudas à produção de amêndoa, o futuro poderá ser difícil", salientou o dirigente agrícola.
Saliente-se que nos últimos seis anos o sector da amendoal recebeu cerca do cinco milhões de euros, o que corresponde a cerca de 360 euros por hectare. Grácio coloca o dedo na ferida: "Todos anos me perguntam como estará a floração da amendoeira devido ao seu valor turístico, mas esquecessem-se do seu valor económico. Vamos chegar a 2014 sem alterações no sector, apesar dos milhões investidos", frisou.
Por seu lado, e com outro ponto de vista, Deolinda Morais, da confeitaria Arte Sabor e Douro, que se dedica à comercialização da amêndoa coberta de Torre de Moncorvo, "este é um momento excelente para comercializar o produto, e nesta altura do ano não há mãos a medir para as encomendas".
Um dos concelhos que aposta forte naquele que é considerado "o maior cartaz turístico da região", é o de Freixo de Espada à Cinta. Apesar do empenho, este ano há contenção de despesas, mesmo com fundos de uma candidatura conjunta dos quatro municípios, elaborada através da Associação de Municípios do Douro Superior, no âmbito do Programa Operacional do Norte que visa, essencialmente, a promoção do certame ao nível ibérico e criação de estruturas de apoio.
por: Francisco Pinto, in: JN
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Novo Fórum PORTUGALICES
Oi pessoau... tudo jóia?
Estou aqui para vos apresentar um Fórum.
Um Fórum é basicamente um local onde todos podem colocar e comentar posts.
"Ah e tal mas a mim chega-me os blogs que falem do meu clube" - no Portugalices podes comentar todos os clubes de todas as ligas.
"Ah e tal mas eu nem gosto de futebol, eu é mais Política" - no Portugalices tens uma secção só para ti.
"A mim isso não me diz nada, só gosto de ler jornais" - no Portugalices terás todos os dias, e em primeira mão, as capas dos principais jornais e as crónicas semanais mais badaladas.
"Mas eu o que gosto mesmo é de me rir à brava" - Se fores ao Portugalices estás no sítio certo, onde terás as melhores imagens e vídeos.
"Eu só ando na internet para fazer negócios" - Pois bem no Portugalices tens a secção de classificados onde poderás comprar/vender os produtos que necessites.
Se nada disto te agrada, sempre podes aparecer e sugerir algo a mudar.
Agora chega de paleio, vai a www.portugalices.com e regista-te!
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por: Insurrecto
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Golos S.L.Benfica [5] x C.A.Mogadouro [1]
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André Lima critica forma de jogar do Mogadouro
O treinador do Benfica disse, também, que querem desestabilizar os encarnados, classificando de "uma palhaçada" a notícia de que Orlando Duarte o iria substituir no final da época
No final da vitória do Benfica sobre o Mogadouro por 5-1, André Lima e Pedro Costa criticaram o facto de o Mogadouro ter jogado durante muito tempo no sistema de 5 para 4.
“Inventaram um novo sistema de jogo. Jogar quase o tempo todo de 5 para 4 é mau para o futsal. Quando é necessário também o uso mas não durante tanto tempo”, criticou André Lima, à RTP.
O treinador encarnado fez, ainda, alusão à notícia veiculada durante a semana de que Orlando Duarte seria o treinador do Benfica na próxima temporada, algo desmentido pelo clube. “Uma palhaçada. Querem desestabilizar no futebol de 11 e começam a fazer o mesmo no futsal. A equipa está tranquila e mostrou bom carácter. As contas fazem-se no fim. Para já, os campeões nacionais somos nós”, expressou o treinador.
Pedro Costa quis, também, chamar a atenção para a forma de jogar do Mogadouro. “ O futsal está a deixar de ser jogado. Espero que os agentes da modalidade tenham atenção a isso”, disse.
Do lado do Mogadouro, Artur Pereira considera que o Benfica é um justo vencedor mas destaca o resultado, que considera desnivelado. “O Benfica esteve bem mas cometemos vários erros. O resultado é dilatado para o que se passou. Tivemos várias situações de golo mas o Bébé esteve bem”, referiu.
Ainda no Mogadouro, Ricardinho estava conformado com o resultado e destacou a falta de atenção no último golo do Benfica, dizendo que “o golo serve de lição”.
“Inventaram um novo sistema de jogo. Jogar quase o tempo todo de 5 para 4 é mau para o futsal. Quando é necessário também o uso mas não durante tanto tempo”, criticou André Lima, à RTP.
O treinador encarnado fez, ainda, alusão à notícia veiculada durante a semana de que Orlando Duarte seria o treinador do Benfica na próxima temporada, algo desmentido pelo clube. “Uma palhaçada. Querem desestabilizar no futebol de 11 e começam a fazer o mesmo no futsal. A equipa está tranquila e mostrou bom carácter. As contas fazem-se no fim. Para já, os campeões nacionais somos nós”, expressou o treinador.
Pedro Costa quis, também, chamar a atenção para a forma de jogar do Mogadouro. “ O futsal está a deixar de ser jogado. Espero que os agentes da modalidade tenham atenção a isso”, disse.
Do lado do Mogadouro, Artur Pereira considera que o Benfica é um justo vencedor mas destaca o resultado, que considera desnivelado. “O Benfica esteve bem mas cometemos vários erros. O resultado é dilatado para o que se passou. Tivemos várias situações de golo mas o Bébé esteve bem”, referiu.
Ainda no Mogadouro, Ricardinho estava conformado com o resultado e destacou a falta de atenção no último golo do Benfica, dizendo que “o golo serve de lição”.
in: SCN
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Futsal: Só Mário Freitas Falhará o Confronto na Luz
Artur Pereira está mais contente com o regresso do plantel quase na sua força total, numa altura que começa a ser urgente o aparecimento de mais resultados positivos. De lembrar que pelo menos 3 vitórias são fundamentais até o final da primeira fase para uma qualificação directa no Play-off, dentre os 6 jogos que restam.
Uma semana com treinos dirigidos, preparou o embate que se prevê duro em lisboa contra o tri-campeão o Benfica que saiu derrotado contra o D. João V na passada jornada por uma goleada de 6X2. Com a vantagem de jogar em casa e com a necessidade de não estar mais distanciado do líder Belenenses, o SLB entrará em campo disposto a devorar o CAM que irá ter que gerir esta "fome" adversária com inteligencia acima de tudo.
A única presença em dúvida é a de Mário Freitas, que está a recuperar de uma ruptura muscular da cocha direita, ocasionada quando do último jogo a contar para a Selecção Distrital.
Lembrar também que o jogo será transmitido ao vivo neste sábado as 16 horas pela RTP canal 2 e Benfica canal.
in: C.A.Mogadouro
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S.L.Benfica x C.A.Mogadouro em dois canais
O jogo entre o Benfica e o Académico de Mogadouro, a contar para a 21ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de Futsal será transmitido em directo e em simultâneo na RTP2 e na Benfica TV.
O pontapé de saída está marcado para o próximo sábado, a partir das 16h00, no Pavilhão N.º 2 do Complexo Desportivo da Luz.
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Golos C.A.Mogadouro [4] x Belenenses [6]
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Homem morre em acidente com camião
Um morto e um ferido, foi o resultado de um acidente, ontem, na EN216, em Mogadouro. Na curva da Fonte das Três Bicas, o camião articulado caiu para o lado direito. O ajudante do motorista morreu esmagado. A remoção do veículo demorou mais de dez horas.
A vítima mortal é Anselmo do Rosário, de 29 anos, residente em Resende e era ajudante do camionista. O condutor do camião, de 25 anos, residente em Valongo, sofreu alguns ferimentos. Mas, após ver o estado em que o companheiro de viagem ficou, entrou em estado de choque, tendo sido levado para a Urgência do Centro de Saúde Mogadouro.
O acidente aconteceu na curva da Fonte das Três Bicas, em sentido ascendente, tendo o camião articulado tombado para o lado direito da via. No local, não eram visíveis marcas de travagens, situação que deixou as autoridades e bombeiros sem resposta para o sucedido. O veículo pesado pertence a firma transportes António Frade, com sede em S. Julião do Tojal, Loures, e estava ao serviço do Minipreço.
Segundo António Salgado, comandante dos bombeiros de Mogadouro, "foi um acidente aparatoso. A curva é bastante apertada, o que levou a que o tractor de reboque tenha um comportamento imprevisível caso se accione o travão. A remoção do veículo é uma tarefa complicada, já que houve recursos a vários meios, no sentido de voltar a colocar o camião sobre rodas e não provocar danos avultados na sua estrutura".
Ao que foi possível apurar, a empresa de transportes está certificada desde 2002 e opera há cerca de 20 anos. Nas operações de socorro estiveram envolvidos 14 bombeiros das corporações de Mogadouro e Sendim, apoiados por cinco viaturas e duas retroescavadoras.
A vítima mortal é Anselmo do Rosário, de 29 anos, residente em Resende e era ajudante do camionista. O condutor do camião, de 25 anos, residente em Valongo, sofreu alguns ferimentos. Mas, após ver o estado em que o companheiro de viagem ficou, entrou em estado de choque, tendo sido levado para a Urgência do Centro de Saúde Mogadouro.
O acidente aconteceu na curva da Fonte das Três Bicas, em sentido ascendente, tendo o camião articulado tombado para o lado direito da via. No local, não eram visíveis marcas de travagens, situação que deixou as autoridades e bombeiros sem resposta para o sucedido. O veículo pesado pertence a firma transportes António Frade, com sede em S. Julião do Tojal, Loures, e estava ao serviço do Minipreço.
Segundo António Salgado, comandante dos bombeiros de Mogadouro, "foi um acidente aparatoso. A curva é bastante apertada, o que levou a que o tractor de reboque tenha um comportamento imprevisível caso se accione o travão. A remoção do veículo é uma tarefa complicada, já que houve recursos a vários meios, no sentido de voltar a colocar o camião sobre rodas e não provocar danos avultados na sua estrutura".
Ao que foi possível apurar, a empresa de transportes está certificada desde 2002 e opera há cerca de 20 anos. Nas operações de socorro estiveram envolvidos 14 bombeiros das corporações de Mogadouro e Sendim, apoiados por cinco viaturas e duas retroescavadoras.
por: Francisco Pinto, in: JN
Belenenses supera dificuldades em Mogadouro
Líder esteve em desvantagem mas no segundo tempo soube dar a volta ao marcador
O Belenenses isolou-se ainda mais na liderança do campeonato, aproveitando o deslize do Benfica. Os azuis do Restelo venceram o Mogadouro por 4-6, sentindo contudo bastantes dificuldades.
A partida ficou marcada pelo regresso de Mancuso, depois de dois meses de suspensão preventiva, e logo no primeiro minuto este via a sua equipa em vantagem, depois do golo de Allyson.
O Belenenses ainda deu a volta, através dos golos de Jardel e Sid, mas estaria em vantagem por pouco tempo pois Renato e Pin levaram o resultado para o intervalo a 3-2 e no reatamento da partida Ricardinho aumentou a vantagem para 4-2.
A resposta do líder do campeonato não se fez tardar também, e Jardel assinou um bis, e Marcelinho empataram a quatro golos. Depois foi o guarda-redes Marcão a colocar em vantagem o Belenenses, aos 35 minutos e perto do final Paulo Henrique confirmou a vitória por 6-4.
O Belenenses está agora mais confortável na liderança do campeonato, somando mais seis pontos que o segundo classificado, o Benfica.
A partida ficou marcada pelo regresso de Mancuso, depois de dois meses de suspensão preventiva, e logo no primeiro minuto este via a sua equipa em vantagem, depois do golo de Allyson.
O Belenenses ainda deu a volta, através dos golos de Jardel e Sid, mas estaria em vantagem por pouco tempo pois Renato e Pin levaram o resultado para o intervalo a 3-2 e no reatamento da partida Ricardinho aumentou a vantagem para 4-2.
A resposta do líder do campeonato não se fez tardar também, e Jardel assinou um bis, e Marcelinho empataram a quatro golos. Depois foi o guarda-redes Marcão a colocar em vantagem o Belenenses, aos 35 minutos e perto do final Paulo Henrique confirmou a vitória por 6-4.
O Belenenses está agora mais confortável na liderança do campeonato, somando mais seis pontos que o segundo classificado, o Benfica.
in: SCN
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Mancuso está de regresso
Suspenso preventivamente, devido às agressões no jogo entre Mogadouro e Onze Unidos, jogador já cumpriu dois meses de castigo, tempo máximo que os regulamentos da FPF permitem
Amanhã irá fazer dois meses que Mancuso está suspenso preventivamente, depois das agressões que marcaram a partida entre o Mogadouro e o Onze Unidos. Sem que tenha sido tomada ainda qualquer decisão, o jogador deverá já ser utilizado no próximo fim-de-semana, visto que os regulamentos da FPF estipulam que o tempo máximo que um jogador pode ficar suspenso são dois meses.
O Conselho de Justiça não avançou com qualquer medida e Artur Pereira deverá chamar o atleta para o embate, diante do Belenenses. O técnico poderá também contar com Samuka, reforço de inverno que só agora viu chegar um certificado Internacional provisório.
No sentido inverso está Gilberto, expulso no passado encontro com o Boticas, e deverá assim cumprir um jogo de castigo.
in: SCN
Poder Central “dos mais miseráveis da Europa”
Moraes Machado considera que os municípios têm cumprido o seu papel, mas o poder central de Portugal não fez mais que ostracizar populações do interior
Os agentes de desenvolvimento do interior têm sido os presidentes dos municípios, porque os governos do país “ostracizam as nossas populações”, não investem no interior, não dão incentivos, a nenhum nível, defendeu Moraes Machado, presidente da Câmara Municipal Mogadouro que foi mais longe e classificou os poder central do país como “um dos mais miseráveis da Europa”. “No campo agrícola não pagam absolutamente nada, no campo industrial não promovem nada, nos acessos vamos ver agora se completa, estou convencido que sim”, disse. Curiosamente, a convicção foi manifestada um dia após Paulo Rangel, candidato à liderança do PSD, ter vindo à região dizer que o IC5 e o IP2 não eram “prioridades”. Segundo o presidente da Câmara Municipal de Mogadouro, o investimento realizado pelas autarquias está feito e é muito difícil ir mais além. O que é necessário é que os Governos promovam a fixação da população, que tem vindo a decrescer a índices alarmantes. “Não há desenvolvimento sem gente. Nós temos que ter gente. Em 1950 tínhamos perto de 20 mil habitantes. Agora temos pouco mais que onze mil”, afirmou, acrescentado que esse desenvolvimento tem de partir, também da iniciativa privada à qual têm de ser dadas as devidas condições. Entre essas condições, as acessibilidades são um exemplo. “Nós temos menos para educar, educamos melhor, com mais condições, dado que damos tudo, desde a alimentação aos livros, às peças de lazer, transportes... Nas grandes cidades não dão”. Contudo, depois de formados, os jovens “vão embora”, porque em Mogadouro, como em outros concelhos, faltam oportunidades, falta emprego. Com esta falta de gente torna-se mais difícil fazer investimentos, a iniciativa privada contrai-se. O turismo, um dos sectores, que ainda não passou das propagadas potencialidades, é um exemplo. Se a amendoeira em flor é considerada um cartaz turístico da região do Douro Superior, nesta altura do ano, Moraes Machado defendeu que nunca existiu turismo da amendoeira, mas “viagens para ver paisagens”. Para o autarca, o que é necessário que os visitantes fiquem, pelo menos uma noite e conheçam outros aspectos da região. Para que isso aconteça, é necessária iniciativa privada à qual a Câmara não deixará de prestar o devido apoio, na medida das suas capacidades.
Os agentes de desenvolvimento do interior têm sido os presidentes dos municípios, porque os governos do país “ostracizam as nossas populações”, não investem no interior, não dão incentivos, a nenhum nível, defendeu Moraes Machado, presidente da Câmara Municipal Mogadouro que foi mais longe e classificou os poder central do país como “um dos mais miseráveis da Europa”. “No campo agrícola não pagam absolutamente nada, no campo industrial não promovem nada, nos acessos vamos ver agora se completa, estou convencido que sim”, disse. Curiosamente, a convicção foi manifestada um dia após Paulo Rangel, candidato à liderança do PSD, ter vindo à região dizer que o IC5 e o IP2 não eram “prioridades”. Segundo o presidente da Câmara Municipal de Mogadouro, o investimento realizado pelas autarquias está feito e é muito difícil ir mais além. O que é necessário é que os Governos promovam a fixação da população, que tem vindo a decrescer a índices alarmantes. “Não há desenvolvimento sem gente. Nós temos que ter gente. Em 1950 tínhamos perto de 20 mil habitantes. Agora temos pouco mais que onze mil”, afirmou, acrescentado que esse desenvolvimento tem de partir, também da iniciativa privada à qual têm de ser dadas as devidas condições. Entre essas condições, as acessibilidades são um exemplo. “Nós temos menos para educar, educamos melhor, com mais condições, dado que damos tudo, desde a alimentação aos livros, às peças de lazer, transportes... Nas grandes cidades não dão”. Contudo, depois de formados, os jovens “vão embora”, porque em Mogadouro, como em outros concelhos, faltam oportunidades, falta emprego. Com esta falta de gente torna-se mais difícil fazer investimentos, a iniciativa privada contrai-se. O turismo, um dos sectores, que ainda não passou das propagadas potencialidades, é um exemplo. Se a amendoeira em flor é considerada um cartaz turístico da região do Douro Superior, nesta altura do ano, Moraes Machado defendeu que nunca existiu turismo da amendoeira, mas “viagens para ver paisagens”. Para o autarca, o que é necessário que os visitantes fiquem, pelo menos uma noite e conheçam outros aspectos da região. Para que isso aconteça, é necessária iniciativa privada à qual a Câmara não deixará de prestar o devido apoio, na medida das suas capacidades.
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Derby transmontano com sinal mais para os barrosões
A 19ª jornada do Campeonato Nacional da Primeira Divisão de Futsal ditou mais um derby transmontano. Desta vez frente a frente estiveram Boticas e Mogadouro, que aspiram por um lugar no “play-off”.
Jogando em casa e perante uma bancada com muito público, o Boticas cedo mostrou as suas intenções para este jogo e rubricou uma excelente exibição, dominando de princípio a fim do jogo.
A equipa do Mogadouro entrou muito bem no jogo, tentando tapar todos os caminhos para a sua baliza, pois sabia que o Boticas em casa pratica um futsal muito rápido e bem estruturado, que cria muitas dificuldades aos adversários.
O equilíbrio, num jogo digno de registo e de grande qualidade, técnica e táctica, acabou por ser mesmo a nota dominante da primeira parte, mas depois do descanso a entrada dos da casa foi verdadeiramente demolidora. O Boticas dominava e foi com naturalidade que os golos foram aparecendo e só não foram mais porque na finalização os jogadores do Boticas não conseguiam dar o melhor caminho à bola ou porque o guarda-redes contrário não deixava.
Com o resultado sentenciado, o conjunto forasteiro nunca deixou de acreditar que podia chegar ao golo, mas a toada do jogo continuou a mesma, muito domínio do Boticas e com os níveis de concentração muito elevados, facto que dificultou ao máximo a progressão do Mogadouro, que, mesmo assim, vendeu cara a derrota e proporcionou um bom jogo de futsal.
por: Paulo Silva Reis, in: Semanário Transmontano
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Sorteio da Taça ditou dérbi Transmontano
Realizou-se, esta segunda-feira, na sede da Federação Portuguesa de Futebol, o sorteio dos quartos-de-final da Taça de Portugal, ditando o sempre empolgante dérbi entre Benfica e Sporting, sem dúvida o prato forte da ronda. No Restelo, o líder do Campeonato, Belenenses, vai receber a Fundação Jorge Antunes.
Os restantes encontros são o Instituto D. João V - Alpendorada e Boticas - Mogadouro, estes dos últimos que curiosamente defrontaram-se no passado sábado. Todos os jogos serão realizados no dia 27 de Março.
Ficou também já definido o escalonamento para os encontros das meias-finais.
RESULTADO DO SORTEIO
Quartos-de-final
Benfica - Sporting
Instituto D. João V - Alpendorada
Boticas - Mogadouro
Belenenses - Fundação Jorge Antunes
Meias-finais (duas mãos)
Benfica ou Sporting - Boticas ou Mogadouro
Instituto D. João V ou Alpendorada - Belenenses ou Fundação Jorge Antunes
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Douro Superior recupera ideia de loja de produtos transmontanos no litoral
A Associação de Municípios de Douro Superior vai ter uma loja de produtos locais no Porto ou em Gaia. A ideia já é antiga mas foi agora recuperada por Moraes Machado, o presidente da Câmara Municipal de Mogadouro.
“Já há um projecto aprovado em assembleias municipais para um projecto desses em Gaia ou no Porto. Tivemos espaços cedidos por Filipe Menezes [presidente da câmara municipal de Gaia] e Rui Rio [presidente da câmara municipal do Porto], nas baixas de Gaia e do Porto. Mas por razões alheias à minha vontade, ficou de se fazer o plano de recuperação do edifício que Gaia nos cedeu. Um dos municípios ficou de fazer esse plano e não fez. Mas vou recuperar a ideia com os novos presidentes da câmara que foram eleitos e apresentá-la à Associação de Municípios do Douro Superior.”
Para além de Mogadouro, estarão envolvidos neste projecto Vimioso, Miranda do Douro e Freixo de Espada à Cinta, para além da inclusão ainda de Torre de Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa.
Municípios que integram uma região cada vez mais desertificada e com dificuldades de desenvolvimento.
Mas Moraes Machado defende que cabe à população e não às câmaras apresentar novos projectos.
“As câmaras não têm de conseguir tudo no que diz respeito a desenvolvimento. Quem tem de conseguir é a população, as associações, que devem apresentar projectos e certificar os seus produtos bem como procurar na câmara um apoio. Em Mogadouro, por exemplo, a câmara não pode construir um hotel. Mas pode ceder o terreno e isentar as empresas de taxas”, explica.
O autarca de Mogadouro falava à margem da abertura da feira Transfronteiriça de Freixo de Espada à Cinta, inserida nas festividades das amendoeiras em flor.
Ora, Moraes Machado diz que tem que haver uma aposta na qualidade porque actualmente não há turismo das amendoeiras em flor.
“As pessoas vinham no comboio, olhavam para o lado e viam. Depois, iam embora. Isso não é turismo, é uma viagem para ver a paisagem. Queremos é turismo, que fiquem uma ou duas noites, porque apesar de as amendoeiras em flor não representar tanto quanto nós queríamos, temos outras coisas, como a etnografia, a arqueologia, o calor das populações. É isso que é preciso estimular e promover.”
As festividades das amendoeiras em flor decorrem até ao dia 14 de Março.
“Já há um projecto aprovado em assembleias municipais para um projecto desses em Gaia ou no Porto. Tivemos espaços cedidos por Filipe Menezes [presidente da câmara municipal de Gaia] e Rui Rio [presidente da câmara municipal do Porto], nas baixas de Gaia e do Porto. Mas por razões alheias à minha vontade, ficou de se fazer o plano de recuperação do edifício que Gaia nos cedeu. Um dos municípios ficou de fazer esse plano e não fez. Mas vou recuperar a ideia com os novos presidentes da câmara que foram eleitos e apresentá-la à Associação de Municípios do Douro Superior.”
Para além de Mogadouro, estarão envolvidos neste projecto Vimioso, Miranda do Douro e Freixo de Espada à Cinta, para além da inclusão ainda de Torre de Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa.
Municípios que integram uma região cada vez mais desertificada e com dificuldades de desenvolvimento.
Mas Moraes Machado defende que cabe à população e não às câmaras apresentar novos projectos.
“As câmaras não têm de conseguir tudo no que diz respeito a desenvolvimento. Quem tem de conseguir é a população, as associações, que devem apresentar projectos e certificar os seus produtos bem como procurar na câmara um apoio. Em Mogadouro, por exemplo, a câmara não pode construir um hotel. Mas pode ceder o terreno e isentar as empresas de taxas”, explica.
O autarca de Mogadouro falava à margem da abertura da feira Transfronteiriça de Freixo de Espada à Cinta, inserida nas festividades das amendoeiras em flor.
Ora, Moraes Machado diz que tem que haver uma aposta na qualidade porque actualmente não há turismo das amendoeiras em flor.
“As pessoas vinham no comboio, olhavam para o lado e viam. Depois, iam embora. Isso não é turismo, é uma viagem para ver a paisagem. Queremos é turismo, que fiquem uma ou duas noites, porque apesar de as amendoeiras em flor não representar tanto quanto nós queríamos, temos outras coisas, como a etnografia, a arqueologia, o calor das populações. É isso que é preciso estimular e promover.”
As festividades das amendoeiras em flor decorrem até ao dia 14 de Março.
in: Rádio Brigantia
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