Golos C.A.Mogadouro [5] x Sporting [6]

C.A.Mogadouro [5] x Sporting [6]

Estrada do Penacal é das piores do país

 Autarcas criticam Ministério das Obras Públicas

Os autarcas das freguesias servidas pela Estrada Nacional 217 (EN217), mais conhecida por estrada do Penacal, que já foi a principal ligação entre Bragança e Mogadouro, garantem que a via está na lista das piores do país devido às curvas sinuosas e ao mau piso.

O troço de 12 Km entre o Alto de São Pedro e o cruzamento de Faílde é o que está em pior estado de conservação e muito deteriorado. O presidente da junta de Faílde, Dinis Garcia, classifica-o de "lastimável" e diz que nunca deve ter sofrido obras desde que foi construído há adécadas atrás. A estada tem sofrido apenas reparações pontuais, que o autarca considera "remendos", mas que não resolvem o problema.

A EN217 já foi considerada uma estrada "muito importante" por fazer a ligação entre Bragança o os concelhos do sul do distrito. Actualmente continua a servir uma das áreas rurais com mais população do concelho, pois é o principal acesso às aldeias de Faílde, Carocedo, Grijó, Freixedelo, Parada, Paredes, Coelhoso, Quintas de Montesinho, Paradinha Nova e Paradinha Velha. Estas localidades têm outro caminho opcional, a estrada municipal de Mós, que Dinis Garcia nem considera alternativa porque "tem muita inclinação, em alguns pontos é tão estreita que mal permite que dois carros se cruzem", refere. No entanto, vários habitantes daquelas freguesias acabam por recorrer à via municipal "devido ao calvário do Penacal".

Os autarcas enviaram um ofício ao governador civil, Jorge Gomes, no qual solicitam melhoramentos na estrada. Foram informados que o documento iria ser remetido ao Secretário de Estado das Obras Públicas. "Já lá vão quatro meses, mas até à data ainda não tivemos qualquer resposta", lamenta Dinis Garcia. 
in: JN

Agricultor queixa-se de vandalismo que lhe destruiu colheitas

Dez propriedades de um produtor de leite de São Martinho do Peso, no concelho de Mogadouro, foram vandalizadas.

No início do mês, o proprietário descobriu que parte das suas colheitas estava queimada com herbicida.

Este ano, e devido ao prejuízo, terá de comprar comida para alimentar as 16 cabeças de gado.

Primeiro nos terrenos mais próximos de casa em São Martinho do Peso, depois nos mais distantes da aldeia, todas as propriedades de António Taveiro foram parcialmente queimadas com herbicida.

Pastagem para as 16 vacas e 3 vitelos e ainda as culturas que serviam para colocar comida à mesa em sua casa.

“Quando chegámos a essas propriedades verificámos que havia carreirões de aveia seca, quando esse propriedade estava cheia de aveia. Noutra, carreiros de nabiças secas e noutras também com couves secas. Não nas margens mas dentro das propriedades.”

O primeiro passo, conta António Taveiro, foi chamar a GNR, que confirmou ser herbicida.

“A guarda de Mogadouro teve a gentileza de nos acompanhar e viu que esses prédios tinham herbicida.”

O produtor de leite não consegue calcular para já os prejuízos, mas adianta que são elevados.

Uma vez que fornece leite a uma empresa de lacticínios nacional, o proprietário dos terrenos ficou bastante apreensivo com a situação.

“Tenho animais que estão a produzir leite e é um bocado chato dizer que temos animais biológicos quando nos deparamos com situações destas.”

Como o pesticida demora alguns dias a actuar e a amarelecer as culturas, António Taveiro teme que tenham sido consumidos produtos, tanto em sua casa, como pelos animais, já com o veneno em acção.

“A questão das couves foi uma situação chata porque se calha comer essas couves podia causar-me esses problemas. E a minha mulher andou numa dessas terras a cegar centeio com uma fonte e ficou alérgica a essas coisas”, revela.

O caso está nas mãos da GNR de Mogadouro que vai agora interrogar os três suspeitos apontados pelo produtor de Leite.

Mogadouro aposta em empresas de inserção

Santa Casa da Misericórdia emprega 12 pessoas que atravessavam dificuldades devido a situações de desemprego

A Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro (SCMM) criou duas empresas de Inscrição Social, área da lavandaria e da produção de legumes e frutos.

O Lavadouro, que está em funcionamento há pouco mais de um ano, destina-se à lavandaria industrial. Para além de tratar da roupa da instituição, a empresa também faz serviços para a população em geral.

A segunda empresa, mais recente, denominada “Quinta de Avó” destina-se à produção de legumes e frutos frescos, que começam, agora, a ser introduzidos no mercado e, ao mesmo tempo, ajudam a satisfazer as necessidades dos utentes dos lares, creches e centros de dia da SCMM.
 
As duas empresas, orçadas em cerca de 320 mil euros, utilizam tecnologia de última geração e empregam cerca de 12 pessoas. Ambos os projectos contaram com o apoio do Instituto de Emprego e Formação Profissional e o auto-financiamento da SCMM.
 
A “Quinta da Avó” dispõe de dois mil metros quadrados, cobertos em sistema de estufa, complementarmente automatizada e climatizada, com possibilidade de produzir brócolos, tomates, morangos, alfaces, ervilhas e outros produtos hortícolas, ao longo de todo o ano, visto que estamos numa região de grandes amplitudes térmicas.
 
Paulo Pires, um jovem desempregado de 29 anos, é um dos incluídos neste projecto de inserção social e garante que com esta oportunidade a sua vida está a ganhar um novo rumo.

“ Fiquei viúvo há pouco tempo. Tenho uma filha pequena para criar. Já trabalhava na agricultura e este emprego veio-me trazer um novo alento, já que a minha vida atravessa um período menos bom e assim posso vir alcançar alguns objectivos”, afirmou o jovem.

Empresas de inserção consolidam-se no ramo da lavandaria industrial e produção de frutas e hortícolas.

Por seu lado, o provedor da SCMM, João Henriques, salienta que se está a “fazer um esforço” para inserir no mercado de trabalho desempregados de longa duração ou beneficiários do Rendimento Social de Inserção. “São estas pessoas que fazem destas empresas um êxito no mercado onde estão inseridas”, concluiu o responsável.
por: Francisco Pinto, in: Jornal Nordeste

Viagens no Tempo - Dia de Feira em Mogadouro - 1953


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Fundação e Mogadouro dividem os pontos

A formação de Vizela esteve a vencer por 1-0, mas deixou o Mogadouro empatar a quatro minutos do final da partida

A Fundação Jorge Antunes e o Mogadouro empataram a uma bola, em partida a contar para a 24ª jornada do campeonato.

A formação de Vizela foi a primeira equipa a adiantar-se no marcador. Aos 11 minutos, Miguel Almeida abriu o activo e fez o 1-0 para a turma da casa.

Ao intervalo a Fundação continuava a vencer pela vantagem mínima, mas o Mogadouro viria a chegar ao empate a quatro minutos do término do encontro. Ricardinho, aos 36 minutos, marcou o golo transmontano que valeu a divisão de pontos entre Fundação e Mogadouro.
in: SCN

Fundação J.A. [1] x C.A.Mogadouro [1]

Futsal - Sérgio Brito e Mancuso suspenso

FPF toma decisão em relação ao caso Mogadouro x Onze Unidos

O Conselho de Disciplina da FPF tomou, finalmente, uma decisão em relação ao jogo Mogadouro-Onze Unidos. Segundo o site do clube transmontano, o organismo federativo puniu os dois clubes com pena de derrota e uma multa de 1.250 euros. O mogadourense Mancuso foi suspenso por 6 meses e o lisboeta Sérgio Brito fica de fora durante 3 meses. 

O caso remonta a 3 de janeiro, data em que se disputou a 16.ª jornada da fase regular da 1.ª Divisão. A partida durou apenas 27 minutos, devido a agressões entre os atletas dos dois conjuntos. Os confrontos começaram após as expulsões de Sérgio Brito e Mancuso, altura em que o primeiro terá agredido o segundo à entrada do túnel.

O Mogadouro mostrou-se indignado com a decisão e anunciou que vai recorrer ao Conselho de Justiça. Não foi possível ouvir qualquer esclarecimento do Onze Unidos.

Biblioteca Trindade Coelho mais perto dos estudantes

Câmara de Mogadouro estabelece parceria com o Agrupamento de Escolas

A Biblioteca Municipal Trindade Coelho e o Agrupamento de Escolas de Mogadouro (AEM) estabeleceram uma parceria no âmbito do Serviço de apoio à Biblioteca Escolar (SAV), que vai incentivar cerca de um milhar de crianças em idade escolar a adquirem o gosto pelo livro e pela leitura.

O Agrupamento de Escolas de Mogadouro tem ao seu dispor uma biblioteca escolar, ficando com duas unidades aquando da conclusão do novo pólo escolar do concelho, que se encontra em fase de construção, junto ao complexo desportivo municipal, situado na Quinta da Águeira.

Segundo o director do AEM, José Maria Preto, o protocolo estabelece parcerias a vários níveis no contexto dos serviços bibliotecários que serão prestados pelos técnicos da biblioteca municipal.
 
“ Vai ser instalado um serviço de apoio, que funcionará em rede. Haverá empréstimos de obras literárias a médio e longo prazo do fundo documental existente na biblioteca municipal, entre outros serviços”, acrescentou o responsável.
 
Por outro lado, o vereador com o pelouro da Educação da Câmara Municipal de Mogadouro, João Henriques, afirma que este protocolo vai permitir “utilizar” o melhor de cada uma das instituições e colocá-las ao dispor da comunidade.
 
“ Visa colocar ao dispor da comunidade escolar um conjunto de técnicos, que vai permitir uma maior interligação entre o livro e a leitura”, salientou o autarca.
 
Desta forma, vão ser colocadas ao dispor da comunidade escolar todas competências da biblioteca municipal.
 por: Francisco Pinto, in: Jornal Nordeste

Académico quase fora do play off

Jogo correu mal… aos árbitros

O Académico de Mogadouro perdeu, no passado sábado, com o Alpendorada, por 2-3, no Pavilhão da Junta de Freguesia e tem agora o acesso ao play off em grande perigo, uma vez que a equipa do Marco era um rival directo, poderia ter ficado a seis pontos de distância, mas acabou o jogo empatado com os nordestinos e com vantagem no confronto directo. 

A dupla de arbitragem foi protagonista, mas pela negativa.

Agora, resta tentar vencer os próximos jogos e ficar à espera de um deslize do Boticas ou do Alpendorada, para clarificar as contas que já estiveram consideravelmente melhores noutras ocasiões. 

A partida foi muito equilibrada, com o Alpendorada muito organizado a defender, pelo que as ocasiões de golo foram escassas na primeira etapa do jogo. Emerson conseguiu adiantar a equipa visitante ao minuto sete, com um remate rasteiro que um desconcentrado Pina não conseguiu parar. O lance fez com que os nordestinos atacassem um pouco mais, mas só de livre directo Renato conseguiu a igualdade, a cinco minutos do fim, depois de Ricardinho ter acertado na madeira contrária. Ao intervalo, percebia-se que o jogo ia ser difícil, uma vez que o trunfo da equipa do Marco era a extrema organização defensiva, ficando depois à espera de uma desatenção local para lançar o contra golpe. 

No reatamento o jogo piorou um pouco, com muitos nervos nas bancadas, sobretudo pela actuação desastrada do árbitro principal do jogo, que tomou várias decisões erradas contra os locais de forma repetida. 

A “gota de água” para que o ambiente se incendiasse em definitivo foi a expulsão de Neyzinho (que viu dois amarelos sem nenhum sentido), o que colocou a equipa nordestina a jogar com três jogadores de campo. 

Em vantagem dentro das quatro linhas, o Alpendorada pressionou e acabou por arrancar uma penalidade máxima (também muito discutível) a Ricardinho, que ganhara uma bola na sua área e tentava sair para o ataque (supostamente, empurrou um adversário…) João Leite fez o 1-2, a oito minutos do fim, mas os nordestinos não baixaram os braços e criaram oportunidades suficientes para virar a contenda a seu favor. Ricardinho empatou a dois, depois de Mancuso ter atirado ao poste, com três minutos para jogar, e depois de uma enxurrada de protestos nas bancadas… 

Mas, no último minuto, a equipa transmontana, exausta, “borrou” a pintura ao permitir que Mide aparecesse na cara de Wallace, num lance fácil para a defesa da casa. O pivot fez golo e deu três pontos imerecidos à sua equipa.

C.A.Mogadouro complica aspirações ao Play-Off

 

Despiste mortal na recta dos Arames

Um jovem empresário de 33 anos de idade, residente em Mogadouro, perdeu a vida na sequência de um “violento” despiste de um veículo ligeiro de mercadorias.

O acidente ocorreu, por volta das quatro horas de sexta-feira, na chamada recta dos Arames, na EN-221, local próximo da vila de Mogadouro. Ruben Ribeiro, a vítima mortal era o único ocupante do veículo.

Um despiste seguido de capotamento que acabou por projectar o condutor para fora da viatura.

“Foi um despiste de ligeiro de mercadorias, de caixa-aberta. Encontrámo-lo capotado lateralmente fora da estrada, na recta dos Arames” explica comandante dos bombeiros de Mogadouro. A vítima apresentava-se “em decúbito lateral e estava fora da viatura a aproximadamente 25 metros. Despistou-se e saiu da estrada cerca de 100 metros” acrescenta António Salgado.

Os bombeiros ainda fizeram tentativas de reanimação, mas Ruben Ribeiro acabou por falecer na urgência do centro de saúde. “Já se encontrava em paragem cardiorespiratória e apresentava também uma fractura aberta no crânio” adianta o comandante. “Foram prestados os primeiros socorros, iniciamos no local as manobras de reanimação cardiopulmunar, transportámo-lo para o Serviço de Urgência Básica de Mogadouro onde viria a falecer” explica António Salgado.

Matadouro Intermunicipal pode ficar localizado em Sendim

O Matadouro do Planalto Mirandês pode ficar instalado em Sendim, no concelho de Miranda do Douro.

A escolha desta localização deve-se ao facto daquela vila ficar situada junto ao futuro IC5.

O autarca de Mogadouro, manifesta-se satisfeito com a localização. “Em princípio, vai ficar em Sendim junto ao nó do IC5” adianta Moraes Machado. “O matadouro de Miranda do Douro fica a cerca de 50km de Mogadouro. Com a mudança de local vamos ficar mais perto cerca de 20 quilómetros” salienta.

O modelo de financiamento, que ainda não está aprovado, deve passar pelas três câmaras.

Moraes Machado explica como será feita a repartição dos custos do Matadouro. “A câmara de Miranda responsabiliza-se pelas infra-estruturas básicas” refere. “O financiamento será feito pelas três câmaras, sendo que a de Miranda entra com 45%, Mogadouro 30% e Vimioso 25%, mas os valores ainda estão em discussão” ressalva.

As três autarquias vão ainda estudar a possibilidade de uma candidatura ao QREN. “Vamos estudar a possibilidade de apresentar um projecto ao QREN porque a concretização deste matadouro depende de uma comparticipação a fundo perdido” afirma.

Oito anos depois há um pré-consenso quanto à localização do Matadouro do Planalto Mirandês.

A infra-estrutura permitirá o abate de bovinos, caprinos, ovinos e suínos.
 
por: CIR, in: Rádio Brigantia

Internet aproxima avós e netos

Promover a convivência entre avós e netos através das novas tecnologias de informação, nomeadamente a Internet.

É o objectivo do projecto TINA (Tecnologias de Informação para Netos e Avós).

A iniciativa, do Instituto Politécnico de Bragança, arrancou ontem em Bragança e Mogadouro.

Com esta acção “pretende-se essencialmente promover o uso das tecnologias, nomeadamente a Internet, entre os avós e os netos, reforçando os laços familiares” explica Raquel Patrício, docente do IPB e uma das organizadoras do projecto. “A população com mais idade tem alguma relutância na utilização das tecnologias e nós queremos promover esse uso e os netos vêm aqui reforçar essa interacção” acrescenta.

A responsável acredita que na segunda edição do TINA a realizar no final do mês possa ter mais participações. “Aqui em Bragança temos sete avós e sete netos. Em Mogadouro são nove” adianta. “Esta primeira acção decorre até sexta-feira, mas depois vamos ter outra edição no final do mês e aí talvez tenhamos mais inscrições” refere.

Alguns avós já tinham tido contacto com os computadores, mas manifestavam-se esperançados em aprender mais.

Para outros foi uma estreia.

Já os netos, com alguma experiência, estavam ansiosos por ensinar os avós. “Sei pouco de computadores, mas já manobro e aqui vamos aprender um com o outro” afirma Telmo Palas. Já o neto, de cinco anos, diz que vai “ensinar o avô a fazer pastas, que é uma coisa que eu sei fazer muito bem e outras coisas também”.

Esta é a primeira vez que Carmilda Martins vai utilizar um computador e espera “ver coisas bonitas que a Raquel me vai mostrar” refere. A neta, Raquel Paradinha diz que vai ensinar à avó “tudo o que ela quiser porque eu já sei algumas coisas de computadores que aprendi no infantário e com a minha mãe”.

O projecto TINA pode vir a repetir-se no próximo ano, se a avaliação desta primeira experiência se revelar positiva.

Jovens debatem futuro

Cerca de 700 jovens oriundos dos dois lados da fronteira reunidos no 1º Fórum Transfronteiriço 

Mais de uma centena de jovens portugueses e espanhóis participaram no 1º Fórum Transfronteiriço de Jovens da Raia. A iniciativa decorreu em Trabanca, a localidade espanhola onde está instalada a sede do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Douro/Duero (AECT).

Este Fórum irá prolongar-se até ao próximo dia 31 de Julho e vai passar por Vila Nova de Foz Côa, Mogadouro, Torre de Moncorvo e, ainda, por outras localidades espanholas.

Os promotores da iniciativa esperam reunir cerca de 700 jovens, com idades compreendidas entre os 16 e os 30 anos, oriundas de ambos os lados da fronteira.

A organização das sessões é da responsabilidade do município de Mogadouro, associação Gustavo Filipe (Vila Nova de Foz Côa) e Associação Juvenil das Arribas do Douro (Trabanca), em estreita colaboração com o AECT.

“Após a realização das várias sessões do Fórum Transfronteiriço, serão os próprios jovens a decidir a forma de conduzir o seu futuro pessoal e profissional, integrados na região transfronteiriça”, sublinhou o director geral do AECT, José Luís Pascoal.

Só na região de influência do AECT, ou seja em 187 município portugueses e espanhóis, há mais de 14 mil jovens, o que corresponde a 12 por cento da população total deste território ibérico, que soma um total de 120.143 habitantes.

O desemprego é uma das temáticas que deverá ser trabalhada pelos jovens

Numa região onde o desemprego atinge os 30 por cento “é preciso centrar esforços para minimizar este flagelo”.

“Não é possível nem é eticamente aceitável que um em cada três jovens das nossas localidades não tenha emprego”, acrescentou Pascoal.

Durante o decurso dos trabalhos também foi realçado que o movimento associativo fomentado por jovens é escasso, havendo necessidade de promover o associativismo e prolonga-lo no tempo.

Durante os trabalhos do Fórum, os jovens estiveram divididos em quatros grupos de trabalho, onde discutiram temáticas como o lazer, o emprego e desenvolvimento de novas oportunidades nas suas localidades de origem e o movimento associativo.
por: Francisco Pinto, in: Jornal Nordeste