
Câmara de Mogadouro lança projecto de cozinhas regionais para criar empregos
Trata-se de um projecto da Câmara Municipal, deve conseguir criar entre duas a três dezenas de postos de trabalhos.
O projecto aguarda agora o visto do Tribunal de Contas.
Além da criação de empregos, o objectivo é também encontrar uma solução para o sector da produção de leite, que está em crise.
Criar emprego e desenvolvimento económico do concelho, é a vontade da autarquia de Mogadouro com este projecto do Núcleo de Cozinhas Regionais.
São três unidades de produção de enchidos regionais, na zona industrial de Mogadouro, que não desvalorizando os cerca de 30 postos de trabalho que devem ser criados, pretende diversificar a actividade económica do concelho.
“O concelho precisa de diversificar a sua actividade que está muito dependente da produção de leite, que neste momento atravessa alguma crise, e como tal, pretendemos com este núcleo de cozinhas regionais procurar dar instrumentos à agricultura para poder passar a produzir suínos” explica o vereador na Câmara de Mogadouro.
Quanto aos empregos, António Pimentel espera que sejam viáveis e que esta iniciativa da autarquia seja fundamental para os agricultores mogadourenses e um exemplo para os privados.
“O número de empregos é sempre relativo. Nós queremos que sejam viáveis, mas estou certo que directa e indirectamente poderá gerar duas ou três dezenas de empregos” adianta, pois “o objectivo é que sirvam de exemplo para que outros investidores privados avancem com a indústria agro-alimentar”.
O concurso para a instalação de um Núcleo de Cozinhas Regionais já decorreu e aguarda-se o visto do Tribunal de Contas, que já interrompeu o processo para pedir algumas explicações.
“Receberam o processo no dia 6 deste mês e têm 30 dias para se pronunciar e neste momento estão a pedir algumas explicações que nós iremos dar” explica.
A construção deste Núcleo de Cozinhas regionais deve custar cerca de um milhão e quatrocentos mil euros.
in: Rádio Brigantia
Igrejas Românicas de Portugal e Espanha vão ser recuperadas
Autarquia pede a fornecedores para irem receber
O Episódio caricato de Duarte Lima
As suspeitas de fuga ao fisco e de enriquecimento súbito, divulgadas pelo jornal O Independente em Dezembro de 1994, envolviam dois andares de luxo em Lisboa e uma quinta em Sintra. Após averiguarem movimentos em 35 contas bancárias e reunirem um processo com 20 volumes e 11 apensos, o MP e a PJ concluíram não haver prova de ilicitude e arquivaram o processo em 1997.No processo, que jornalistas do Expresso consultaram, ficava claro que, entre 1986 e 1994, Duarte Lima fizera depósitos bancários superiores a um milhão de contos, mas apenas tinha declarado, para efeitos fiscais, 180 mil.
Um dos episódios caricatos foi o fax de um construtor civil de Mogadouro a pedir para Duarte Lima telefonar ao presidente da Câmara Municipal de Vinhais para o ajudar a obter a concessão de uma obra. O caso tornou-se público porque o fax foi enviado, por engano, para o grupo parlamentar do PS.
Ao longo dos seus tempos de maior exposição pública, muitos rumores foram sendo publicados em relação a Duarte Lima, do dinheiro que ganhou a tratar de casos pendentes em Angola a negócios envolvendo offshores, passando pela burla nas viagens fantasmas dos deputados. Nada se provou.
Viagens no Tempo - Estação de Mogadouro
Nas fotos publicadas acima está o exemplo do contrário, quem conhece o Local em questão, ou seja a estação de caminho de ferro de Mogadouro, actualmente depara-se com um cenário de abandono e destruição da que foi uma das mais belas estações construídas por toda a linha do sabor.
Se em algumas localidades até houve gente com vontade de requalificar os edifícios aqui não foi o caso.
Seria a mesma coisa se a estação se localiza-se no perímetro urbano da vila???
Certamente alguém já teria feito alguma proposta à REFER, pois a única coisa que esta instituição soube fazer nas últimas décadas foi levantar os carris todos da Linha do Sabor e esquecer-se do que cá ficou, entregando todo o património ao vandalismo e abandono.
PS de Mogadouro reivindica Ponte Internacional

A luta já leva vários anos nos dois lados da fronteira, mas tão tem surtido efeito. Agora, são os próprios representantes locais do partido que suporta o Governo Português a reivindicar esta ligação.
O presidente da concelhia socialista salienta a importância da ponte para as duas regiões.
“É uma luta que não podemos perder porque vai-nos fazer uma ligação directa a Salamanca para desenvolver relações ao nível social, económico e cultural entre a nossa comunidade aquela raia espanhola” refere Miguel Rito, acrescentando que “esta é uma luta na qual todos temos de nos unir e não pode haver partidos a fazer disto um filho”.
Há dez anos que o alcaide de Mazueco luta por esta infra-estrutura.
José Vicente está convencido que o problema é a falta de vontade política dos dois Governos e teme que o adiar do projecto possa significar o agravar do despovoamento da região.
“Acho que há uma falta de vontade politica por parte dos Governantes. Antes só podia culpar o Governo Regional ou o Governo Espanhol, mas ultimamente dou-me conta de que o Governo Português também não se informa muito de uma ponte” que para o autarca seria “vital para o desenvolvimento dos dois lados da fronteira porque são as regiões mais desfavorecidas tanto de Espanha como de Portugal e na verdade pode ser que seja o final, a curto prazo, destas povoações”.
O deputado socialista na Assembleia da República e presidente da Federação Distrital do PS não esconde que a Ponte Internacional Ventuzelo-Mazueco não é uma prioridade para o Governo Português.
“No todo nacional e também no que concerne ao distrito de Bragança, temos outras prioridades. A principal, junto do Governo Espanhol, é que a auto-estrada entre a fronteira de Quintanilha e Zamora seja uma realidade o mais rapidamente possível” refere Mota Andrade, acrescentando, por outro lado, que outra das prioridades com o país vizinho é “definir definitivamente como é que o IC5 vai ligar Portugal a Espanha”.
O deputado salienta também que, para a concretização deste projecto, tem de haver vontade por parte dos dois Governos.
PS quer ganhar câmara de Mogadouro em 2013

Dentro de meio ano o partido deve apresentar o seu candidato a uma corrida que se vai disputar em 2013.
A novidade foi avançada ontem no primeiro encontro das concelhias socialistas de Alfândega da Fé e Mogadouro que se realizou no santuário de Santo Antão da Barca.
“Está a ser tudo preparado e a seu tempo será divulgado. Queremos que no espaço de meio ano isso esteja decidido” avança o presidente da concelhia socialista de Mogadouro, Miguel Rito, acrescentando que “o trabalho junto das pessoas, nas aldeias vai começar agora. A apresentação de um candidato será no próximo meio ano ou um ano com o objectivo de recuperar a câmara de Mogadouro para o Partido Socialista”.
O presidente da federação distrital do PS acredita que nas próximas eleições autárquicas, a câmara de Mogadouro será socialista. “O PS tem muita esperança de nas próximas autárquicas conquistar novas câmaras e nas quais se inclui a de Mogadouro, que já foi do PS” refere Mota Andrade.
Este encontro serviu também para promover uma troca de experiências entre as duas concelhias.
“Foi uma forma de as duas concelhias promoverem o convívio entre os seus militantes e simpatizantes de forma a trabalharmos em conjunto, trocar experiencias politicas dos dois concelhos” explica Eduardo Tavares, presidente da concelhia socialista de Alfândega da Fé.
“Foi também uma forma de responder aos colegas de Mogadouro pois esta ideia foi deles” acrescenta. A rentrée política das concelhias socialistas de Alfândega da Fé e Mogadouro, assinalada ontem no santuário de Santo Antão da Barca.
Freixieiro [4] x C.A.Mogadouro [1]
Miguel almeida fez o resultado da primeira metade, aos três minutos. O mesmo jogador, que envergou a braçadeira de capitão em virtude da ausência de Ricardo, acabaria por bisar na segunda metade, tal como Tiago Soares. Káká apontou o tento de honra dos transmontanos.
Ingressos para o Freixieiro x C.A.Mogadouro
O bilhete para o público é de 2,00 €, sendo que os mesmos se destinam à Bancada Sul, Sectores A, B e C.
Os bilhetes serão colocados à venda nas bilheteiras do Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos no dia de jogo a partir das 17h00, e as portas do Pavilhão abrem às 17h00.
Os sócios do Freixieiro, conforme é habitual, têm entrada livre mediante a apresentação do cartão de associado com a quota 08/10.
A bancada para os associados do Freixieiro é a Bancada Norte, Sectores F e G.
A Direcção do clube matosinhense, informa ainda, que foi deliberado na sua última reunião, que não haverá convites para este jogo.
Santo Antão da Barca deixa saudades
Santuário vai ser transladado no final do próximo ano para um morro sobranceiro na margem direita do rio SaborA trasladação do Santuário do Santo Antão da Barca, junto à aldeia de Parada, no concelho de Alfândega da Fé, deverá ser feita durante o último trimestre de 2011. O novo local escolhido foi o alto do Rebentão, um morro sobranceiro na margem direita do rio Sabor, avançou fonte da EDP.
A informação foi avançada à margem da tradicional romaria do Santo Antão da Barca, que decorreu, no passado fim-de-semana, onde acorreram centenas de devotos àquela que poderá ter sido a última festa realizada no local original do santuário.
Localizado na margem direita do rio Sabor, aquele local de culto vai desaparecer com a construção da barragem. Aquela zona vai ficar submersa e é necessário proceder à trasladação do santuário.
“ A mudança de local do Santuário obedeceu às preocupações da população e da Confraria do Santo Antão da Barca, no sentido de preservar a tradição e devoção tida com o Santo”, avançou Lopes Santos, da EDP.
Segundo o responsável, a capela será transferida “pedra por pedra”, ao passo que os edifícios da área envolvente ficarão submersos, sendo criado um projeto arquitectónico para a edificação de novos imóveis para as mesmas funções.
“ A maior exigência colocada à EDP por parte da população em relação a mudança do santuário é que o futuro local mantivesse o contacto com o rio Sabor”, avançou o responsável.
Novo santuário vai dispor de um museu, uma hospedaria e uma praia fluvial
Por isso, Lopes Santos garante que a EDP continua a trabalhar no projecto para que o santuário não fique afastado da margem do rio Sabor.
No dia da romaria, os devotos do Santo Antão da Barca garantiram ao Jornal NORDESTE que mesmo com a mudança do santuário de local, a devoção continuará inabalável. “ Vivesse um momento de tristeza face à trasladação do santuário. É muito difícil pensar no assunto ou até admitir que este local desapareça”, desabafa o presidente da Confraria do Santo Antão da Barca, Manuel Gouveia.
Apesar do sentimento de tristeza, “os devotos acabaram por aceitar a mudança e manter a fé”.
Com a mudança, o santuário vai ganhar novos imóveis e estão previstas novas valências de interesse público, como é o caso de um museu, uma nova casa dos milagres, um centro interpretativo com sala polivalente e uma hospedaria. O local de culto cai contar, ainda, com uma área de lazer, com uma praia fluvial, visto que o santuário fica a escassos 100 metros da cota máxima da albufeira. “Com as novas valências, o novo santuário ficará valorizado”, acrescentou Manuel Gouveia.
De acordo com os registos históricos, a ermida do Santo Antão da Barca foi mandada erguer pelos marqueses de Távora, no século XVIII.
Actualmente, a Confraria do Santo Antão da Barca tem mais de duas centenas de “irmãos”, oriundos de vários concelhos ribeiros do rio Sabor, destacando-se os concelhos de Alfândega da Fé, Mogadouro e Torre de Moncorvo.
C.A.Mogadouro com seis reforços mas sem opções para o início do campeonato

Estão garantidos mais seis reforços para o Académico de Mogadouro quando faltam cinco dias para o início do nacional de futsal da 1ª divisão. Andrezinho, ex-Flamengo futsal, Tuka, que jogou no Alpendorada a época passada, Nathan e Everton (ex.Santa Cruz Futebol Clube), o guarda-redes brasileiro Jorge e Vitor Hugo, que deixa o futebol para regressar ao futsal, são jogadores do Mogadouro.
A equipa não realizou qualquer jogo de treino durante a pré-época e Artur Pereira antevê um início de temporada difícil:
“Não é fácil. Vamos começar o campeonato sem um único jogo de preparação. As primeiras jornadas vão ser os nossos jogos de preparação. Vamos tentar ultrapassar estas dificuldades. Depois temos mais uma questão que é o facto de ainda não podermos utilizar os novos jogadores já que os passes internacionais demoram um mês a chegar. Vamos trabalhar e dar o máximo. Estou convencido que quando a equipa estiver na plena forma vamos corresponder bem”.
A equipa vai deparar-se com dificuldades já que nem todos os atletas têm experiência de 1ª divisão:
“Vamos ter algumas dificuldades, tivemos que reconstruir uma equipa. São jogadores muito novos e vão ter que trabalhar muito. Há jogadores com experiência de 1ª divisão outros não têm”.
Dificuldades financeiras têm condicionado a formação do plantel do Mogadouro. Faltam cinco dias para o início do campeonato e o plantel ainda não está completo.
Área ardida dispara no mês de Agosto
Ardeu mais só no mês de Agosto do que em todo o ano de 2010.
É o que se conclui da análise aos dados divulgados no último relatório da Autoridade Nacional Florestal.
Até 31 de Julho arderam no distrito de Bragança 326 hectares.
Um mês depois, foram registados 3421.
O comandante distrital da Protecção Civil explica estes números com “o enorme incêndio de Marzagão, em Carrazeda de Ansiães. Foram 1286 hectares de área ardida”. “Houve também um outro em Bruçó, concelho de Mogadouro, com 481 hectares e fizeram disparar esses números”.
Para o aumento da área ardida contribuíram também mais dois incêndios ocorridos no mês de Agosto. Um em Quirás, Vinhais, onde foram consumidos pelas chamas 201 hectares e o outro em Felgueiras, Torre de Moncorvo, onde arderam 130 hectares.
Ainda assim, comparando com o mesmo período de 2009, este ano há mesmo área ardida.
“Não há dúvida que são bons resultados e isso tem a ver com a eficácia dos nossos bombeiros” refere Carlos Alves, acrescentando que “em número de ocorrências elas são muito superiores às do ano passado, mas a área ardida é inferior”.
Em 2009 arderam até 31 de Agosto quase seis mil hectares.
Carlos Alves lembra que o mês de Setembro costuma ser complicado para os bombeiros no distrito de Bragança.
“Eu espero que não nos surpreenda e não nos vá aumentar grandemente a área ardida” afirma, ressalvando que “o que nos mostra o historial do nosso distrito é que em Setembro ainda temos sempre um grande número de ocorrências”.
A época mais crítica dos fogos florestais decorre ainda até ao final deste mês.
Escolas da "lista negra" mantêm portas abertas
Acenando com as “óptimas instalações” da escola do 1º ciclo de Couceiro, a comissão de pais dos alunos deste estabelecimento em Vila Verde interpôs uma providência cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, para impedir o seu fecho. O protesto de outros pais permitiram que a escola EB do Toural, em Bragança, se mantenha aberta.
Já em Lamego, a falta de conclusão do centro escolar da cidade retira cinco escolas da lista de 21 que o Ministério da Educação mandou encerrar. Cenário semelhante em Mogadouro e Vinhais.
Juntam-se a estes dados as correcções que, a conta-gotas, os municípios vão incutindo nas listagens da tutela, como: Valença, que não deveria constar com três escolas a encerrar, Guimarães, que fecha quatro e não sete escolas, ou Gouveia, onde a Câmara impediu o desaparecimento de cinco.
É este o cenário dos estabelecimentos educativos nacionais somente a dois dias do arranque do ano lectivo – que se prolonga até segunda-feira, dia 13 – e que pode ainda vir a sofrer alterações, após a reunião de amanhã da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), de onde se espera que saiam fortes críticas ao reordenamento escolar.
“Acabámos de realizar um levantamento junto dos concelhos e iremos analisar em conjunto não só a dimensão dos números, que não são estes que o ministério anunciou, mas também perceber o que se pode fazer perante este desrespeito das direcções regionais de educação em relação aos municípios”, disse, ao JN, António José Ganhão, da ANMP, garantido que nem as questões de transporte estão ainda asseguradas.
“Pode-se quanto muito realizar adjudicações directas até cinco mil euros; porque se percorrermos os habituais procedimentos, nem daqui a dois meses haverá veículos para transportar as crianças”, frisou.
Querem saber quem gere milhão
Os autarcas do Baixo Sabor exigem saber quem vai gerir o Fundo Financeiro estabelecido como forma de compensação pela construção da barragem da EDP naquela zona. É que, até agora, não há planos onde o milhão de euros vai ser aplicado.
No termos da Declaração de Impacto Ambiental, aquela verba devia garantir iniciativas de desenvolvimento sustentável com base na valorização ambiental dos recursos naturais e património da região, numa óptica de criação de riqueza e de fomento de dinâmicas cívicas e de bem–estar social. No entanto, a ausência de regulamentação está a preocupar os autarcas dos quatro concelhos afectados pelo empreendimento, nomeadamente, Alfândega da Fé, Torre de Moncorvo, Macedo de Cavaleiros e Mogadouro.
Inicialmente, foi prevista uma verba equivalente a 3% da produção energética. A ministra do Ambiente já divulgou um despacho que refere que vai ser desbloqueado um milhão de euros, mas o dinheiro ainda não está aplicado.
Berta Nunes, autarca de Alfândega da Fé, considera que o dinheiro deve ser gasto nos concelhos abrangidos pela barragem. “São estes que vão ser afectados e ficar com terrenos submersos, não concordo que se aplique fora desta zona”, afirmou. Por exemplo, já se sabe que está contemplada a protecção do lobo, numa área entre Bragança e a Guarda. “Talvez no caso deste animal se justifique, mas já vai sair muito da zona afectada pela barragem”, acrescentou Berta Nunes.
O autarca de Moncorvo, Aires Ferreira, diz que foi tomado de surpresa pelo despacho de Dulce Pássaro, que aprovou o regulamento de gestão do fundo financeiro da barragem do Sabor, e diz que até conhecer o despacho não presta declarações sobre o assunto. “Não sei se está de acordo com o RECAP, não conheço o despacho”, referiu o edil.
Estando a EDP obrigada a contribuir para esse Fundo Financeiro desde o início da obra a região do Baixo Sabor, os autarcas consideram que está a ser protelada a utilização de verbas, “que deviam ser aplicadas no desenvolvimento dos municípios”, realçou.
Durante uma reunião, esta semana, da Associação de Municípios do Baixo Sabor, os presidentes de câmaras decidiram manifestar preocupação por, em sede da Comissão de Acompanhamento Ambiental, estarem a ser realizadas algumas alterações ao RECAPE, nomeadamente, quanto aos açudes nos cursos de água afluentes, que podem prejudicar o acesso à água da fauna e principalmente o uso balnear pela população. A Associação de Municípios decidiu avançar com a proposta de um fluviário na ribeira da Vilariça, bem como com estudos para a criação de uma Área de Paisagem Protegida de nível local.
VII Feira de Burros do Azinhoso
"A Feira Anual do Azinhoso foi revitalizada em 2004 pela AEPGA e a AIVECA em conjunto com o município de Mogadouro e a Junta de Freguesia de Azinhoso. O empenho da população local em cooperação com a organização do evento ajudou a recuperar antigas tradições como a gincana de burros, que sempre desafiou os mais arrojados e foliões do Azinhoso e aldeias vizinhas, a mostrar a sua perícia. A Feira do Azinhoso pretende reavivar antigas tradições bem como promover e sensibilizar curiosos e criadores para a preservação, nomeadamente, da Raça Asinina de Miranda", acrescentam.
Contactos:
Telef: 273.739.307
Telem: 96.615.11.31 ou 96.005.07.22
Email: burranco@gmail.com
Aprovado regulamento que desbloqueia 1 milhão de euros para a Barragem do Sabor
A criação deste fundo financeiro foi uma medida inédita da barragem do Baixo Sabor, em construção no Nordeste Transmontano, e garantirá o equivalente a 3% da facturação líquida anual de energia, cerca de 750.000 euros anuais, para esta região.
Desde o início da obra, em 2008, que a EDP, concessionária da barragem, está a aprovisionar este fundo, que, no final de 2010, terá acumulado perto de 1 milhão de euros, segundo dados da empresa.
Dois anos depois, faltava ainda regulamentar as condições em que vai ser gerido, nomeadamente por que tipo de entidade.
O Ministério do Ambiente já aprovou o regulamento, mas ainda não revelou as orientações do mesmo.
O despacho governamental apanhou de surpresa os autarcas da área de influência da barragem. "Ainda não nos foi dado conhecimento da aprovação", disse o presidente da Câmara de Torre de Moncorvo, Aires Ferreira. O autarca preside ao município onde a barragem está a ser construída e à Associação de Municípios do Baixo Sabor (AMBS), constituída também pelas Câmaras de Mogadouro, Alfândega da Fé e Macedo de Cavaleiros. A associação reuniu-se na quarta-feira e decidiu manifestar "a sua preocupação à ministra do Ambiente pela ausência de regulamentação do fundo financeiro" e por estar a ser "protelada a utilização de verbas que seriam bem-vindas nesta altura de crise". O que preocupa agora os autarcas é saber se o regulamento aprovado está de acordo com o RECAPE (Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução), que aponta a constituição de uma fundação para gerir as transferências financeiras que a EDP vai fazer durante os 75 anos da concessão.
A gestão do fundo financeira competiria, segundo o RECAPE, ao conselho geral da fundação, composto por sete organismos, nomeadamente os municípios, o ICNB (Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade), organizações não governamentais, EDP, comunidade científica e Direcção Geral de Energia.
O presidente da AMBS lembra que as verbas "não se destinam apenas à fauna e à flora, mas também ao bem-estar das populações locais". Para Aires Ferreira o dinheiro já acumulado no fundo financeiro poderia ser já aplicado em vários projectos, nomeadamente estudos para a constituição da área de paisagem protegida, que os municípios pretendem criar em torno da nova albufeira.
Outro projecto que os autarcas gostariam de pôr já em andamento é o fluviário na ribeira da Vilariça.
A EDP prevê que a barragem do Baixo Sabor comece a encher dentro de três anos, em 2013.
Chuva e granizo provocam inundações em Mogadouro
Segundo o comandante dos bombeiros de Mogadouro, citado pela Lusa, os pedidos de auxílio rondaram as duas dezenas, na sua maioria para retirar a água que entrou nas garagens e nos estabelecimentos comerciais, por causa de problemas de drenagem.
A chuva forte “durou cerca de uma hora e meia, situação que gerou algum caos nas partes baixas da vila. De momento continuamos a tentar responder a todas as solicitações. No entanto, alguns dos problemas devem levar algum tempo a resolver”, acrescentou o comandante. No terreno estão cerca de duas dezenas de bombeiros, apoiados por cinco viaturas e motobombas.
Bebé nasce à porta do serviço de urgência
Uma mulher de nacionalidade cabo-verdiana deu esta terça-feira à luz uma menina junto à porta do serviço de urgência básica do Centro de Saúde de Mogadouro, estando mãe e filha de "perfeita saúde" na maternidade do Centro Hospitalar do Nordeste (CHN).
Segundo José Luís Angueira, adjunto de comando dos bombeiros locais, a corporação recebeu um alerta para transportar uma grávida para o CHN, pouco depois da meia-noite.
Já junto ao centro de saúde, a tripulação da ambulância ficou a aguardar a equipa médica da VMER (viatura médica de emergência e reanimação), sediada em Bragança, mas a criança acabou por nascer quando a mãe estava a ser conduzida para o interior da ambulância.















