Um manjar dos deuses

Como complemento ou prato principal, os cogumelos são sempre apetecíveis

A mãe natureza oferece, por esta altura do ano, uma variedade única de cogumelos, com os quais se podem preparar verdadeiros manjares.

Seja nas casas mais modestas ou nos restaurantes de maior gabarito, os cogumelos são um importante complemento no acompanhamento de pratos de carne, peixe, marisco ou caça. Porém, há apreciadores que preferem degustá-los somente confeccionados com algumas ervas aromáticas, um recurso que também é abundante na região trasmontana, o que confere a este prato simples um sabor único e inigualável.

Os profissionais da restauração garantem que o uso dos cogumelos é um complemento aromático para qualquer prato da cozinha tradicional ou da mais elaborada.

Por isso, no Outono, cozinheira ou cozinheiro que preze não dispensa levar à mesa um bom guisado de sanchas ou uma sopa de cogumelos. E também há quem os utilize em elaboradas entradas, nomeadamente em rissóis ou em folhado de cogumelos misturado com ovos.

Os míscaros têm a particularidade de serem muito saborosos e nutritivos e, por vezes, complementos medicinais que ajudam no combate e prevenção de algumas doenças. Se na cozinha “os olhos também comem”, o palato é que dita a regras, já que aqui fica retido todos sabor destes fungos.

Oito restaurantes participam no Festival Sabores de Mogadouro

Um pouco por toda trasmontana há restaurantes, unidades de turismo rural ou de habitação que, com alguma frequência, promovem almoços ou jantares micológicos, fruto de um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido nos últimos 12 anos, por um grupo de micólogos que tem conseguido pôr este produto natural em destaque.

Em todo o caso, a manipulação de cogumelos requer conhecimentos e, por esse motivo, os pratos devem ser degustados em locais que se dediquem à elaboração de ementas micológicas com toda a segurança alimentar.

Mogadouro é uma das localidades onde a micologia tem um papel de relevo, não fosse a vila conhecida como a “Capital dos Cogumelos”. Neste sentido, até ao próximo dia 31 de Outubro, são oito os restaurantes do concelho que se encontram de portas abertas para acolher os comensais, durante o Festival Sabores de Mogadouro, enquadrado no XII Encontro Micológico. Fica o convite e verá que não se arrepende de visitar a vila por este dias.

Viajens no Tempo - Largo Trindade Coelho


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Pouco mais de meio milhão de euros em PIDDAC para Bragança

O Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central, o chamado PIDDAC, volta a penalizar a região no Orçamento de Estado para 2011.

No distrito de Bragança, o PIDDAC baixou de pouco mais de quatro milhões e duzentos e sessenta mil euros, em 2010, para 656 mil euros em 2011.

Em Vila Real, sete dos 14 concelhos do distrito não foram contemplados com qualquer verba directa. À semelhança do que sucedeu no ano passado, apenas quatro dos 12 concelhos do distrito de Bragança têm direito a constar deste plano de investimentos: Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro e Mogadouro.

No concelho de Bragança voltam a merecer investimento o projecto de apoio “À violência doméstica e gravidez”, a remodelação do parque judicial e a reabilitação do património edificado do Instituto Politécnico de Bragança.

Para Macedo de Cavaleiros há 100 mil euros para a construção de um lar de idosos em Murçós.

No caso de Miranda do Douro volta a merecer investimento o arranjo urbanístico exterior à muralha, desta vez com 50 mil euros.

Em Mogadouro a renovação do tribunal da comarca tem prevista uma verba de cerca de 150 mil euros.

No distrito de Vila Real, Murça, Santa Marta de Penaguião, Mondim de Basto, Ribeira de Pena, Valpaços, Boticas e Montalegre ficam fora do PIDDAC.

Os quase cinco milhões atribuídos pelo Governo, menos dois milhões e duzentos mil euros que em 2010, são distribuídos pelos restantes. A maior fatia vai para os concelhos de Chaves, Peso da Régua, Vila Real e Alijó, que consomem quase 94 por cento da verba.

No concelho flaviense está prevista a criação de uma loja do cidadão.

Na Régua, a remodelação do Palácio da Justiça e a valorização e modernização do cais fluvial. Na capital de distrito, o dinheiro disponível vai ser gasto nos novos blocos de laboratórios da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, bem como em trabalhos de remodelação e conservação de edifícios.

Em Alijó vai ser beneficiado o cais fluvial do Pinhão.

Autarcas denunciam falta de pessoal no Parque Natural do Douro Internacional

A falta de recursos humanos no Parque Natural do Douro Internacional (PNDI) levou quatro autarcas a escrever à ministra do Ambiente. Entendem que a gestão do parque está “morta” e lamentam que os serviços mínimos não sejam garantidos. O ICNB negou a situação.

O presidente da Câmara de Mogadouro, Morais Machado, acusou o PNDI de não ter funcionários administrativos e vigilantes da natureza para assegurarem os serviços mínimos. “De cada vez que um técnico tem de sair para o terreno, as portas da sede encerram e não há atendimento ao público”, lamentou.

O autarca disse ainda que “a situação está a deixar indignados agricultores, produtores florestais, turistas e público em geral”.

Morais Machado é apenas um dos quatro autarcas na área do PNDI que elaboraram um documento reivindicativo para entregar à ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, onde pedem a tutela daquela área protegida.

Os presidentes de câmara de Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo pedem “alterações” ao regulamento do PNDI, para que haja uma maior participação das autarquias na gestão da área protegida, que no entender dos autarcas está “morta”. “As quatro câmaras que integram a área protegida têm capacidade para fazer a gestão”, considerou o autarca.

“O parque tem sido um emblema da região dada a sua rica e única fauna e flora. No que diz respeito à sua organização administrativa, a situação é um desastre” afirmou Morais Machado. Os autarcas garantem que nas condições actuais o parque “não traz benefícios” para as populações.

Já o presidente da Câmara de Figueira de Castelo Rodrigo, António Edmundo, é da opinião que o actual plano de ordenamento do parque “limita as populações nos seus direitos”. “Tem de haver mais investimento nas áreas protegidas”, frisou.

ICNB lembra concurso para admissão de vigilantes

Em resposta, o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) garantiu que “procura manter o atendimento adequado ao público em todas as suas delegações”.

No que diz respeito à falta de vigilantes da natureza na área do PNDI, o ICNB afirmou que “está em curso um concurso para admissão de vigilantes”, os quais irão reforçar os serviços naquela área protegida.

Quanto ao encerramento da sede devido à ausência do técnico, o ICNB garantiu que isso “só aconteceu uma vez” e que os motivos foram de ordem pessoal”.

A "frágil situação das áreas protegidas" deverá ser discutida na Comissão Parlamentar de Ambiente, a pedido do PSD feito a 28 de Setembro. Serão ouvidos o presidente do ICNB e os directores das áreas protegidas.

O Parque Natural do Douro Internacional foi criado através do Decreto Regulamentar 8/98, de 11 de Maio, com o objectivo de conservar o património natural, promovendo, ao mesmo tempo, a melhoria da qualidade de vida das populações locais, em harmonia com a conservação da natureza.

O parque ocupa uma área de 85.150 hectares e abrange o troço fronteiriço do rio Douro, numa extensão de cerca de 1222 quilómetros, sendo considerado pelos especialistas em avifauna um santuário em toda a Península Ibérica, já que ali nidificam espécies ameaçadas como a cegonha negra.

Crise longe dos Gorazes

Mais expositores na tradicional Feira que atrai negociantes dos dois lados da fronteira a Mogadouro

A Feira dos Gorazes, que decorre de 14 a 17 de Outubro, em Mogadouro, terá um número recorde de expositores.

Segundo o presidente da Associação Comercial e Industrial de Mogadouro (ACISM), Horácio Sá, este ano verificou-se um aumento na ordem dos 30 por cento, tendo em conta que o número médio das últimas cinco edições rondava os 100 expositores.


“Encaramos o aumento como um reflexo das potencialidades económicas do certame, já que quem vem à Feira do Gorazes faz negócio”, frisou o responsável.


Na edição deste ano, são esperados 136 expositores, repartidos por 220 stands representativos de vários sectores do tecido económico nacional.


O orçamento da feira ronda os 100 mil euros, em parte suportados pelos cofres da Câmara Municipal de Mogadouro (CMM).


“Este ano, o orçamento é de contenção e temos que saber gerir o dinheiro sem entrar em grandes voos. O cartaz de espetáculos é, apenas, o essencial e encargos com a logística foram reduzidos ”, realçou Horácio Sá.

O preço dos stands também se mantém, para não sobrecarregar o orçamento das empresas.


Por seu lado, o presidente da CMM, Morais Machado, apelou à união dos empresários em torno dos mesmos objectivos, de forma a elevar a economia local.


“Estas associações terão de funcionar como um instrumento de pressão de forma a haver uma maior massa reivindicativa junto do poder económico”, acrescentou o autarca.


A Feira dos Gorazes é uma verdadeira montra de Multiactividades Económicas do Nordeste Trasmontano. Durante o certame haverá degustações gastronómicas, animação musical, desportos motorizados e um seminário sobre Apicultura, agendado para o dia 17.


Em paralelo decorre uma Feira de Turismo e Produtos da Terra, promovida pela autarquia local.


por: Francisco Pinto, in: Jornal Nordeste

Presidente do C.A.Mogadouro explica-se....

 Maurício Colpas, justificou no Site Oficial do Clube o porquê do início de temporada desastroso do Clube Académico de Mogadouro.

"Em primeiro lugar, e como tudo, não há produto final sem matéria prima. Como é óbvio refiro me como causa principal a quebra orçamental do principal parceiro, o Município. Não pudemos acelerar o processo inicial de contratações e perdemos quase 100% todo nosso elenco. Assim foi necessária a criação de um novo grupo de trabalho, o que por si só é grave numa primeira divisão onde o grau de exigência na competitividade é de alto nível.
Em segundo, a demora na nossa capacidade de contratação, acarretou uma tardia inscrição e consequente demora na recepção dos respectivos Certificados de Transferencia Internacional, dos reforços. Ainda temos 4 dos reforços contratados, inactivos.
Terceiro, e no desenrolar desta bola de neve, acabamos por não ter capacidade de desenvolver uma pré-temporada com os habituais jogos amistosos de preparação, enquanto todas as equipas , mais próximas umas das outras, os fizeram.  Estamos a fazê-los agora durante o campeonato.
Em quarto, e com tanta deficiencia no Plantel, além de estarmos a jogar com alguns juniores que como tal são extremamente inexperientes para defrontar equipas fortes na primeira divisão, fomos a primeira equipa e ser presenteada com cartolina vermelha e lesões graves nas primeiras jornadas. Enfim, nem com os atletas que temos, até hoje não os tivemos na máxima força."

E qual a real perspectiva para este campeonato?

"5 derrotas seguidas num total de mais de 20 jogos não é um pesadelo instalado. Na época passada também as tivemos, mas na segunda volta. A solução passa por detectarmos as razões e apresentar soluções urgentes pois é claro que apeser de não ser, como disse, ainda um pesadelo, é um sinal preocupante e que pode se tornar muito grave na sequencia doe novos resultados iguais.
Acho que somos capazes de com toda esta deficiencia, apostar numa vitória no último jogo em casa neste sábado a contar para a jornada 6 contra o Vitória de Olivais. Serão nossos primeiros 3 pontos. Depois disso teremos uma paragem que apesar de considerar má para o campeonato, acabrá por ser benéfica para o grupo que terá certamente todo o plantel pretendido ápto a jogar, incluo os que aguardam o CTI e mais os lesionados que neste momento é o Gilberto que está suspenso pela equipa médica com uma lesão grave na cocha e o Davi que joga em sofrimento com uma lesão no tornozelo.
Acredito no Académico."

Feira dos Gorazes ultrapassa crise e aumenta número de expositores


A Associação Comercial, Industrial de Mogadouro (ACISM), registou este ano, um número recorde de expositores que marcarão presença no recinto da Feira dos Gorazes, afirmou o presidente daquele organismo.

Segundo, o presidente da ACISM, Horácio Sá, este ano verificou-se um aumento de expositores que ronda os 30 por cento, tendo em conta, que o número médio das últimas cinco edições rondava a centena de expositores.

" Apesar de o país atravessar um período conturbado em termos económicos, o aumento de expositores é encarado, como um reflexo das potencialidades económicas do certame, já que vem à Feira do Gorazes faz negócio", frisou o responsável.

Actividades Desportivas Municipais


Cartaz Feira dos Gorazes 2010

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Futsal - Mogadouro a zeros

Botiquenses, depois de três jogos sem perder, averbaram duas derrotas consecutivas

As formações do Mogadouro e do Boticas perderam os seus respectivos jogos da quarta e quinta jornadas. Os mogadourenses continuam sem vencer para o campeonato, saindo derrotados frente aos recém-promovidos Rio Ave, por 1-5, em casa, e depois, na visita ao terreno do Modicus, por 7-1. Já o Boticas somou duas derrotas nesta dupla jornada. Os jogadores barrosões perderam o primeiro jogo frente ao então penúltimo classificado, a Fundação Jorge Antunes, por 2-3, e a segunda partida no reduto do líder Belenenses por 6-2.

Em cinco partidas oficiais para o campeonato, o Mogadouro somou apenas derrotas, registando um início de campeonato atípico. A jogar para o seu público, o Mogadouro vacilou perante a equipa vila-condense, que subiu de escalão esta época. Os mogadourenses até dispuseram de algumas oportunidades para marcar, mas a ineficácia “falou” mais alto. No final, a formação de Artur Pereira saiu goleada 1-5. E goleada foi o que também se registou na quinta jornada frente ao Modicus por 7-1. Nesta partida, os transmontanos até estiveram empatados, graças a um golo de Vítor Hugo, mas a desvantagem ao intervalo já se encontrava nos 3-1, graças ao bis de Luís Miguel em dois minutos. Na segunda metade, a formação da casa controlou o jogo e à medida que o tempo foi passando, os atletas da casa foram construindo um resultado confortável. Gabriel, Nandinho e Pedro foram os marcadores de serviço no segundo tempo.

O Boticas saiu também derrotado, mas poderia ter tido melhor sorte, pois no jogo com a Fundação Jorge Antunes estiveram a vencer até ao último minuto. Os botiquenses no segundo tempo estiveram em desvantagem, mas rapidamente a anularam, chegando mesmo à liderança, com Lincon e Davide a fazerem o 2-1. Este resultado manteve-se até ao último minuto, mas Amílcar e Freddy deram a reviravolta ao marcador, 2-3. Já no jogo com o Belenenses, os barrosões não conseguiram contrariar o favoritismo dos azuis de Belém, saindo do Restelo com uma derrota por 6-2. Os jogadores de Belém entraram a todo o gás, marcando dois golos em dez minutos. O Boticas ainda conseguiu reduzir por Lincon (2-1), mas antes do intervalo, o Belenenses fez o 3-1. Na segunda metade, a formação de Alípio Matos controlou a partida, marcando mais três vezes, através de Zé Maria, Vinicius e Nené. O Boticas apenas conseguiu marcar mais um golo, com Lincon a bisar na partida.

in: Mensageiro Notícias