Hoje em dia que tanto se fala em estudos de impacto ambiental que por vezes servem de entrave a grandes obras como é o caso das barragens, exemplos disso foram o caso da Barragem do Baixo Sabor que por diversas vezes foi adiada a sua construção e agora mais recentemente a Barragem de Foz Tua.
Na Barragem Foz Tua desde o início da sua construção diversas plataformas ambientalistas reivindicam o impacto visual que terá esta obra numa região considerada pela UNESCO de Património da Humanidade, na categoria de paisagem cultural e rodeada de montanhas que lhe dão características mesológicas e climáticas particulares, como é o caso da Região Vinhateira do Alto Douro ou Alto Douro Vinhateiro.
Para contornar o problema do impacto visual da barragem na paisagem um conceituado arquitecto português sugeriu que se poderá pintar o betão em tons de verde para minimizar o impacto do betão na paisagem.
Por seu lado na Barragem de Bemposta situada em pleno Parque Natural do Douro Internacional aconteceu o inverso, em vez de se minimizar o impacto visual fez-se o contrário, estão a pintar o betão da barragem de amarelo-choque!!!
A EDP vai gastar mais de 150 mil euros em tinta amarela para dar cor à maior aberração vista por estas paragens, futuramente visível em larga escala no Google Earth e que certamente vai incomodar até os seres mais daltónicos que por ali passarem.
Resta saber como o Instituto de Conservação da Natureza (ICN) permitiu que tal barbaridade acontece-se na paisagem protegida do Parque Natural do Douro Internacional.
Aqui fica um vídeo do novo visual da barragem de Bemposta.



Ai meu deus!!! Que bela M***A fizeram!!!
ResponderEliminarsinais dos tempos. edp já é chinesa portanto até fica bem.
ResponderEliminarOs senhor arquitecto devem ter alguma comissão (€€€€)dos fornecedores das tintas. Arquitectura não é ciencia é arte e por muito que se estude não é qualquer um que é artista....
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